A Prefeitura de Belém anunciou a maior reforma já realizada no Pronto-Socorro Municipal Mário Pinotti, o PSM da 14 de Março. Durante as obras, os atendimentos serão transferidos para uma unidade privada contratada via SUS, que continuará funcionando mesmo após a reabertura do hospital reformado – garantindo, na prática, dois hospitais públicos para a população.
O edital para seleção da unidade temporária será publicado nesta quinta-feira (26), com previsão de contratação até setembro. A capacidade de atendimento saltará de 180 para mais de 350 leitos, proporcionando um serviço mais moderno e seguro.
A Prefeitura de Belém anunciou nesta quarta-feira (25) a maior reforma já realizada no Pronto-Socorro Municipal Mário Pinotti, o PSM da 14 de Março. Durante as obras, os atendimentos serão transferidos para uma unidade privada contratada via SUS, que continuará funcionando mesmo após a reabertura do hospital reformado – o que, na prática, significará dois hospitais públicos à disposição da população.
O edital para seleção da unidade temporária será publicado nesta quinta-feira (26) no Diário Oficial do Município, com previsão de contratação até setembro deste ano. A medida foi detalhada em coletiva no Palácio Antônio Lemos pelo prefeito Igor Normando e pelo secretário municipal de Saúde, Rômulo Nina.
Transformação na saúde pública
“O que estamos oferecendo a Belém vai muito além de uma simples reforma. Estamos promovendo uma verdadeira transformação na saúde pública da nossa cidade”, afirmou Normando. Com a modernização, a capacidade de atendimento saltará de 180 para mais de 350 leitos.
O PSM da 14, que opera há mais de 30 anos, enfrenta graves problemas estruturais, como infiltrações, mofo, fiações expostas e risco de desabamento. Laudos do Conselho Regional de Medicina do Pará (CRM-PA), Vigilância Sanitária, Corpo de Bombeiros e Anvisa atestaram que o local oferece perigo a pacientes e profissionais. A agência transfusional do hospital chegou a ser interditada.
Atendimento garantido e economia
Durante a reforma, os serviços de urgência e emergência serão mantidos na unidade temporária, que seguirá o modelo "porta aberta", sem necessidade de encaminhamento. A seleção do novo espaço seguirá a Lei de Licitações (14.133/2021), com critérios técnicos definidos pela Sesma.
“A população não ficará desassistida. Pelo contrário: terá acesso a um atendimento mais qualificado, com estrutura moderna”, garantiu Rômulo Nina. Atualmente, 30% dos pacientes do PSM da 14 vêm de municípios da região metropolitana, reforçando a importância da unidade.
Além da modernização, o novo modelo trará uma economia estimada em R$ 3 milhões mensais durante a transição. Os profissionais do PSM serão redistribuídos para outras unidades da rede municipal.
Com informações do DOL