Liniker vive imersão cultural no Pará antes de show em MT

Artista visita Belém e Marajó, participa de cortejos populares, canta tecnobrega e carimbó, e se conecta com as tradições amazônicas em dias de folga

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Liniker vive imersão cultural no Pará antes de show em MT
Foto: Divulgação
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Durante passagem pelo Pará, Liniker mergulhou na alma cultural da Amazônia com intensidade e afeto. A artista participou de festas populares, dançou no meio da multidão no Arrastão do Pavulagem, visitou aparelhagens de tecnobrega, cantou de forma espontânea em um baile de reggae e ainda aproveitou dias de descanso na Ilha do Marajó, onde se conectou com tradições locais como o carimbó e a arte marajoara.

A cantora Liniker, uma das vozes mais marcantes da nova música brasileira, aproveitou uma pausa na agenda de shows para vivenciar a cultura amazônica de perto. Em passagem pelo Pará, ela mergulhou em experiências populares da cena cultural de Belém e da Ilha do Marajó, conhecendo de perto a energia das aparelhagens de tecnobrega, o calor dos arrastões juninos e a força ancestral do carimbó.

O roteiro paraense da artista começou no último sábado (5), com presença no Rock Doido do Psica, evento realizado na Tuna Luso Brasileira. Liniker foi ao encontro da tradicional aparelhagem J Som, vinda do Marajó, e sentiu na pele o impacto visual e sonoro do tecnobrega, estilo musical que define a identidade das periferias da capital paraense.

No domingo (6), a artista participou do último Arrastão do Pavulagem do ciclo junino. Sem subir ao palco, ela desfilou com o povo, vestiu a alegria do cortejo e dançou no meio da multidão ao som de toadas amazônicas, acompanhada de outros artistas como Luê e Mateo Piracés-Ugarte, da banda Francisco, el Hombre.

A noite ainda reservou um momento espontâneo: durante uma festa no Porto Solamar, tradicional espaço de reggae em Belém, Liniker subiu ao palco e cantou ao vivo seu hit "Caju" com a banda Marina & Os Leones, arrancando aplausos e emoção do público.

Na quarta-feira (9), o destino foi a Ilha do Marajó. Em Soure, a artista passeou pela praia da Barra Velha, conheceu o ateliê E-Marajó, visitou a Casa de Negro e se emocionou em uma roda de carimbó com saia rodada, celebrando a ancestralidade que move sua arte. Hospedada na vila de Joanes, ela compartilhou registros nas redes sociais, posando com fãs, sorrindo com moradores e absorvendo cada detalhe da cultura local.

Essa vivência no Pará não é novidade para Liniker, que já havia se apresentado no Festival Psica em dezembro de 2024, ao lado de Pabllo Vittar, em uma versão tecnomelody de “Caju”.

Com informações do G1 Pará.


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