Saneamento chega à Vila da Barca com novo sistema hídrico

Comunidade ribeirinha de Belém será a primeira a receber redes modernas de água e esgoto sob a nova concessão do saneamento básico no Pará

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Saneamento chega à Vila da Barca com novo sistema hídrico
Vila da Barca receberá novas redes de abastecimento de água e coleta de esgoto (Foto: Divulgação / Tv Liberal)
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A Vila da Barca, comunidade centenária e símbolo de resistência em Belém, será uma das primeiras beneficiadas com os investimentos do novo modelo de saneamento do Pará. Com a concessão da gestão à empresa Águas do Pará, moradores passarão a ter acesso a água tratada e rede de esgoto pela primeira vez. O projeto prevê a entrega da nova rede de abastecimento de água até outubro de 2025 e a conclusão das obras de esgoto em até oito meses.

A comunidade da Vila da Barca, no bairro do Telégrafo, em Belém, dará um passo histórico rumo à dignidade urbana com a implantação de novos sistemas de abastecimento de água e coleta de esgoto. A obra faz parte do plano de investimentos da nova concessionária Águas do Pará, que assumiu a gestão do saneamento em 99 municípios paraenses após o leilão promovido pelo Governo do Estado.

A previsão é de que a nova rede de água seja entregue até outubro de 2025, enquanto a infraestrutura de esgoto deverá ser concluída em até oito meses de obra. As melhorias vão beneficiar diretamente famílias que vivem tanto em casas de alvenaria quanto em palafitas, em uma das comunidades mais tradicionais e vulneráveis da capital paraense.

Helder Barbalho, governador do Estado, ressaltou a importância do momento como um divisor de águas na história da política de saneamento do Pará.

O projeto integra os mais de R$ 15 bilhões em investimentos previstos pelo contrato de concessão, com benefícios esperados para 4,3 milhões de pessoas em todo o estado, segundo o BNDES.

A Cosanpa seguirá responsável pela produção da água em Belém, Ananindeua e Marituba, enquanto a nova concessionária será responsável pela distribuição e tratamento nos bairros atendidos.

O projeto também é um marco para a redução das desigualdades urbanas e deve refletir diretamente nos indicadores de saúde pública, meio ambiente e qualidade de vida da população ribeirinha da capital.

Com informações do O Liberal.


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