A 23ª Parada do Orgulho LGBTI+ de Belém coloriu as ruas do centro neste domingo (28), em um encontro histórico que marcou a luta e a celebração da diversidade. O evento ganhou força extra com a aprovação do projeto de lei que reconhece oficialmente a Parada como patrimônio cultural imaterial do município, um passo importante para consolidar a festa no calendário oficial da cidade. Com concentração na Avenida Doca de Souza Franco e percurso até a Praça Waldemar Henrique, o trajeto foi acompanhado por trios elétricos, blocos e apresentações artísticas. Segundo o Grupo Homossexual do Pará (GHP), organizador do evento, a conquista representa mais segurança, estrutura e apoio institucional. Antes e durante o desfile, órgãos públicos ofereceram serviços de cidadania, saúde e orientação jurídica, ampliando o alcance social da Parada. Autoridades estaduais e municipais estiveram presentes, reforçando a importância da causa. Para participantes e organizadores, a edição de 2025 simboliza resistência, inclusão e o avanço dos direitos LGBTQIA+.
Em um domingo marcado por cores, música e reivindicações, Belém viveu a 23ª edição da Parada do Orgulho LGBTI+, que reuniu milhares de pessoas no centro da cidade. O evento ganhou ainda mais força com o reconhecimento oficial como patrimônio cultural imaterial, aprovado na última semana pela Câmara Municipal.
A concentração começou na Avenida Doca de Souza Franco e seguiu até a Praça Waldemar Henrique, onde apresentações musicais encerraram a programação. Organizada pelo Grupo Homossexual do Pará (GHP), a Parada de Belém é uma das maiores do Norte do Brasil e simboliza tanto a celebração da diversidade quanto a defesa dos direitos humanos.
Segundo organizadores, o reconhecimento como patrimônio cultural consolida a Parada no calendário oficial da cidade, garantindo mais visibilidade e apoio institucional. “Este é um marco histórico para Belém e para a população LGBTI+”, afirmaram representantes do GHP.
Além dos desfiles e performances, a edição deste ano contou com ações de cidadania em parceria com órgãos públicos, como testagem rápida de HIV, orientação jurídica e distribuição de materiais informativos. Autoridades municipais e estaduais também participaram, reforçando a importância do evento para a promoção de políticas públicas voltadas à diversidade.
Com o novo status, a expectativa dos organizadores é ampliar a programação cultural e social nos próximos anos, fortalecendo o caráter educativo e inclusivo da Parada. Para muitos participantes, o domingo foi um dia de celebração, resistência e esperança.