Festival Arte Breada abre temporada 2026 na CAIXA Belém

Evento reúne teatro, dança, música e audiovisual com artistas LGBTQIAPN+ e celebra o carimbó como eixo de criação na capital paraense

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Festival Arte Breada abre temporada 2026 na CAIXA Belém
Foto: Matheus Clima | Foto: Ayá Cavalcanti | Foto: Nilton Fukuda
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A CAIXA Cultural Belém dá início à temporada 2026 com o Amazônia Integrada: Festival Arte Breada, que acontece entre 24 de janeiro e 1º de fevereiro. A programação reúne teatro, dança, música, audiovisual e rodas de conversa, com foco na produção de artistas LGBTQIAPN+ do Pará e na valorização do carimbó como eixo criativo.

O festival integra a Semana da Visibilidade Trans e propõe um espaço de encontro entre tradição e contemporaneidade, colocando o corpo, o ritmo e a identidade no centro da cena artística. A abertura acontece com o espetáculo Abaeté, que cruza performance, memória e elementos sensoriais da Amazônia.

A mostra audiovisual amplia o alcance do festival, promovendo exibições e debates com artistas paraenses. Na dança, o grupo Yandê Transpará apresenta Encantos Amazônicos, explorando o carimbó como ferramenta de afirmação cultural.

O encerramento musical com Íris da Selva e os Pássaros Urbanos reforça a fusão entre sonoridades urbanas e ritmos tradicionais, destacando a força da produção autoral amazônica.

Além de inaugurar a programação de 2026, o evento também celebra os 165 anos da CAIXA, oferecendo valor promocional de ingressos para todo o público, ampliando o acesso à cultura.

A CAIXA Cultural Belém inicia a temporada de 2026 com a estreia do Amazônia Integrada: Festival Arte Breada, que acontece de 24 de janeiro a 1º de fevereiro, reunindo uma programação que conecta carimbó, artes cênicas, dança, música e audiovisual. O projeto marca a abertura oficial do ano cultural no espaço e integra a Semana da Visibilidade Trans.

O festival propõe um olhar contemporâneo sobre a cultura amazônica, colocando em destaque artistas dissidentes de gênero do Pará e suas pesquisas artísticas a partir do carimbó. A curadoria aposta no encontro entre tradição e experimentação, transformando o ritmo em linguagem política, estética e corporal.

A abertura da programação traz o espetáculo teatral Abaeté, nos dias 24 e 25, que investiga experiências de identidade de gênero por meio de memórias, performance e elementos sensoriais da Amazônia. A encenação aproxima público e artista, utilizando sons, cheiros e objetos da região, ampliando a experiência imersiva.

Entre os dias 27 e 28, o festival promove mostra audiovisual com produções de artistas paraenses, seguida de debates em formato presencial e online, fortalecendo o diálogo entre criadores e público.

Já nos dias 29 e 30, o grupo Yandê Transpará apresenta o espetáculo de dança Encantos Amazônicos, que explora a diversidade do carimbó e amplia reflexões sobre ancestralidade, identidade e contemporaneidade.

O encerramento fica por conta de Íris da Selva e os Pássaros Urbanos, nos dias 31 de janeiro e 1º de fevereiro, com um show que mistura carimbó e sonoridades urbanas, marcando a força da música autoral amazônica e das vivências LGBTQIAPN+.

A temporada também celebra os 165 anos da CAIXA, oferecendo meia-entrada para todo o público, com ingressos a R$ 15.


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