Ataques de EUA e Israel deixam 555 mortos no Irã

Teerã rejeita negociações com Washington após ofensiva militar que matou líderes iranianos e ampliou tensão no Oriente Médio

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Ataques de EUA e Israel deixam 555 mortos no Irã
Amir Kholousi/AP
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O número de mortos no Irã chegou a 555 após ataques coordenados dos Estados Unidos e de Israel, segundo informações divulgadas pela mídia estatal iraniana com base na agência Crescente Vermelho. A ofensiva atingiu 24 províncias e provocou também centenas de feridos.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou o início de grandes operações de combate, afirmando que o objetivo é neutralizar as forças armadas iranianas e destruir o programa nuclear do país. Segundo o governo americano, nove embarcações da marinha iraniana foram destruídas durante a ação.

Entre as vítimas estão o líder supremo Ali Khamenei e chefes militares, de acordo com autoridades iranianas. Em resposta, o Irã lançou ataques contra Israel e bases militares dos EUA no Oriente Médio. O Comando Central americano confirmou a morte de um quarto militar após retaliação iraniana.

A Guarda Revolucionária declarou ter iniciado nova onda de ataques contra alvos israelenses. Israel, por sua vez, informou ter eliminado o chefe de inteligência do Hezbollah em Beirute.

Teerã descartou negociações com Washington e prometeu eleger um novo líder supremo em breve. O cenário amplia a instabilidade regional e eleva a tensão internacional.

O número de mortos no Irã chegou a 555 pessoas após ataques coordenados dos Estados Unidos e de Israel, iniciados no último fim de semana, segundo dados divulgados pela mídia estatal iraniana com base na agência humanitária Crescente Vermelho. A ofensiva, que atingiu 24 províncias iranianas, marca uma das maiores escaladas militares recentes no Oriente Médio e amplia o risco de um confronto regional prolongado.

De acordo com o levantamento mais recente, apenas nas últimas 24 horas foram registradas 201 mortes e 747 feridos. O governo iraniano também confirmou que os bombardeios resultaram na morte do líder supremo Ali Khamenei e de chefes militares de alto escalão.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou o início das “grandes operações de combate” contra o Irã, afirmando que o objetivo é desmantelar o programa nuclear iraniano e enfraquecer suas forças armadas. Em declaração pública, ele advertiu que militares iranianos deveriam se render ou enfrentar consequências severas.

A operação incluiu ataques navais e a destruição de nove embarcações da marinha iraniana, segundo autoridades americanas. Diferentemente de ofensivas anteriores, os bombardeios começaram à luz do dia, quando milhões de iranianos estavam em deslocamento para trabalho e estudo.

Retaliação e escalada regional

Em resposta, o Irã lançou ataques contra Israel e bases militares dos EUA no Oriente Médio, ampliando o conflito para além de suas fronteiras. O Comando Central das Forças Armadas dos EUA confirmou a morte de um quarto militar norte-americano após ataque a uma base na região.

A Guarda Revolucionária iraniana anunciou nova onda de ofensivas contra alvos israelenses, incluindo a cidade de Beersheba. Paralelamente, o Exército de Israel informou ter eliminado o chefe de inteligência do Hezbollah em Beirute, no Líbano.

Teerã afirmou que não pretende negociar com Washington neste momento e classificou a morte de Khamenei como um ato de guerra contra o mundo muçulmano. O governo iraniano anunciou a escolha de um líder interino e prometeu definir um novo líder supremo nos próximos dias.

Especialistas avaliam que o cenário representa um ponto crítico na estabilidade do Oriente Médio, com risco de expansão do conflito e impactos globais.


FONTE: G1
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