Ideflor-Bio inicia georreferenciamento na APA Paytuna
Ação em Monte Alegre busca organizar limites territoriais e fortalecer a agricultura familiar com apoio técnico às comunidades
Vinícius Leal (Ascom/Ideflor-Bio)
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O Ideflor-Bio iniciou o processo de georreferenciamento na Área de Proteção Ambiental Paytuna, em Monte Alegre, com o objetivo de organizar os limites territoriais e fortalecer a agricultura familiar na região. A ação foi apresentada durante reunião com moradores e agricultores locais, reunindo dezenas de participantes.
Segundo a equipe do Instituto, o georreferenciamento é uma etapa fundamental para garantir segurança jurídica às famílias e reduzir conflitos fundiários históricos. O trabalho inclui o levantamento de informações sobre propriedades e a definição mais precisa das divisas entre áreas protegidas e territórios produtivos.
De acordo com representantes do órgão, o processo tem sido conduzido com diálogo direto com as comunidades, o que contribui para maior transparência e participação social. Além disso, foi anunciado o envio de um trator mecanizado para apoiar as atividades agrícolas, fortalecendo a produção local.
Ainda conforme os técnicos, mais de 100 famílias já foram atendidas nesta fase inicial, com coleta de dados e orientações. A expectativa é avançar na regularização das áreas e construir soluções que integrem preservação ambiental e desenvolvimento sustentável.
O Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade do Pará (Ideflor-Bio) deu início a uma nova etapa de ações na Área de Proteção Ambiental (APA) Paytuna, em Monte Alegre, no Baixo Amazonas, com foco na regularização territorial e no fortalecimento da agricultura familiar. A iniciativa foi apresentada durante reunião realizada no sábado (14), que reuniu moradores de diversas comunidades da região.
O encontro marcou mais um avanço no diálogo entre o órgão ambiental e as populações locais, com destaque para o início do georreferenciamento da área, ferramenta considerada essencial para definir com precisão os limites da unidade de conservação e das propriedades vizinhas.
A medida busca promover maior segurança jurídica às famílias que vivem no entorno da APA, além de contribuir para a redução de conflitos fundiários históricos. Com a delimitação mais clara das áreas, a expectativa é garantir o uso sustentável do território, conciliando produção e preservação ambiental.
Durante a agenda, o Ideflor-Bio também anunciou o envio de um trator mecanizado para apoiar as atividades produtivas da comunidade. A ação pretende melhorar as condições de trabalho dos agricultores e incentivar práticas alinhadas à sustentabilidade.
De acordo com representantes do Instituto, o processo vem sendo conduzido com base no diálogo direto com os moradores, buscando soluções construídas de forma participativa. Segundo a equipe técnica, essa aproximação tem sido fundamental para gerar confiança e garantir a adesão das comunidades às propostas apresentadas.
O trabalho de georreferenciamento inclui o levantamento de informações sobre os lotes e a identificação das condições ambientais e fundiárias das propriedades. A etapa também contribui para o fortalecimento do vínculo entre os moradores e a área protegida, valorizando o território e sua importância histórica.
As atividades começaram ainda em 2023, com estudos preliminares realizados pelo Núcleo de Geotecnologias do Instituto. Neste mês, as equipes retornaram à região para ampliar o alcance das ações e envolver mais comunidades no processo.
Ao todo, seis localidades participaram das reuniões iniciais: Aruxi, Maxirazinho, Lages, Paytuna, Santana do Paytuna e Ererê. Durante os encontros, dezenas de moradores foram cadastrados, e mais de 100 famílias receberam atendimento técnico.
A mobilização comunitária tem sido um dos destaques da iniciativa. Em uma das reuniões mais recentes, mais de 100 pessoas participaram das discussões, demonstrando interesse em contribuir para a construção de soluções duradouras para a região.
A expectativa do Ideflor-Bio é que, com o avanço das etapas técnicas e o engajamento das comunidades, seja possível consolidar um modelo de gestão que una preservação ambiental e desenvolvimento local sustentável.