A exposição “Povos Amazônicos não morrem, viram semente” abre ao público nesta quinta-feira (10), no Centro Cultural Banco da Amazônia, em Belém. A mostra gratuita é assinada pelo artista visual Rafael Prado e reúne pinturas em homenagem a personagens amazônicos que defenderam a floresta, os territórios e os modos de vida tradicionais da região.
A visitação segue até 9 de outubro, com recursos de acessibilidade e possibilidade de visitas mediadas gratuitas para escolas, universidades, grupos culturais e outras instituições, mediante agendamento.
A programação também inclui a oficina gratuita “Coletando Memórias: Workshop de Frotagem e Colagem Artística”, no sábado (12). A atividade será conduzida por Rafael Prado e propõe experimentações com desenho, colagem e texturas presentes no cotidiano. São oferecidas 20 vagas para participantes a partir de 15 anos, com materiais fornecidos pela organização.
A exposição integra as comemorações pelos 84 anos do Banco da Amazônia e propõe uma reflexão sobre memória, resistência e continuidade na Amazônia.
Belém recebe, a partir desta sexta-feira (10), a exposição “Povos Amazônicos não morrem, viram semente”, mostra gratuita que homenageia personagens ligados à defesa da Amazônia, da floresta e dos modos de vida tradicionais da região. A visitação será realizada no Centro Cultural Banco da Amazônia, na Avenida Presidente Vargas, e segue aberta ao público até 9 de outubro.
Assinada pelo artista visual Rafael Prado, a exposição reúne pinturas que propõem uma reflexão sobre memória, resistência e continuidade na Amazônia. As obras são inspiradas em lideranças, defensores e personagens amazônicos que marcaram a história da região por suas trajetórias de luta, pertencimento e proteção do território.
A mostra busca aproximar o público de histórias que atravessam gerações e reforçam a ideia de que a defesa da floresta também passa pela preservação da memória de seus povos. O título da exposição dialoga com a noção de legado: aqueles que lutaram pela Amazônia permanecem vivos nas sementes que deixam, nas comunidades que inspiram e nas causas que seguem em movimento.
Além da visitação, a programação inclui recursos de acessibilidade e visitas mediadas gratuitas para escolas, universidades, grupos culturais e instituições. Os agendamentos podem ser feitos por e-mail, conforme disponibilidade da organização.
No sábado (12), o artista Rafael Prado ministra a oficina “Coletando Memórias: Workshop de Frotagem e Colagem Artística”. A atividade gratuita convida os participantes a experimentar técnicas de desenho, frotagem e colagem, explorando texturas, relevos e marcas presentes no cotidiano.
A proposta da oficina é estimular novas formas de observação do território, usando elementos visuais como ponto de partida para criações artísticas. A atividade oferece 20 vagas para participantes a partir de 15 anos, com materiais fornecidos pela organização.
A exposição integra a programação comemorativa pelos 84 anos do Banco da Amazônia, celebrados no dia 9 de julho. A iniciativa reforça o papel do centro cultural como espaço de circulação de arte, memória e debates sobre a identidade amazônica.
Com entrada gratuita, a mostra se soma à agenda cultural de Belém em julho e convida o público a refletir sobre a importância de reconhecer as histórias de quem dedicou a vida à defesa da floresta, dos povos amazônicos e de seus territórios.
Serviço
Oficina gratuita