Verão aumenta risco de alergias na pele; veja cuidados

Calor, suor, sol e banhos frequentes podem favorecer irritações, manchas e dermatites durante o período de férias

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Verão aumenta risco de alergias na pele; veja cuidados
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O calor intenso, o suor, os banhos frequentes e a exposição prolongada ao sol aumentam o risco de alergias, irritações e dermatites durante o verão. Crianças, idosos e pessoas com pele sensível estão entre os grupos que exigem mais atenção.

Entre os problemas mais comuns estão brotoejas, reações a picadas de insetos, agravamento de dermatite atópica e irritações causadas pela perda da proteção natural da pele após contato frequente com água do mar, piscina ou igarapé.

Outro cuidado importante envolve frutas cítricas, como limão, laranja e tangerina. Quando o suco entra em contato com a pele e há exposição ao sol, podem surgir manchas, ardência e vermelhidão, quadro conhecido como fitofotodermatose.

Especialistas orientam o uso de protetor solar com FPS 30 ou superior, hidratação da pele, roupas leves, consumo de água e atenção ao uso de perfumes e cosméticos durante atividades ao ar livre. Sinais como coceira persistente, vermelhidão intensa, bolhas, febre ou mal-estar devem ser avaliados por um médico.

O período de verão, marcado por calor intenso, maior exposição ao sol e aumento da frequência de banhos em praias, piscinas e igarapés, exige atenção redobrada com a pele. Especialistas alertam que a combinação de suor, radiação solar, umidade e contato constante com a água pode favorecer alergias, irritações, manchas e dermatites, principalmente em crianças, idosos e pessoas com pele sensível.

Entre os problemas mais comuns nesta época estão as brotoejas, provocadas pelo acúmulo de suor nos poros, as reações a picadas de insetos e o agravamento de doenças de pele já existentes, como a dermatite atópica. O contato frequente com água do mar, piscina ou igarapé também pode reduzir a barreira natural de proteção da pele, deixando-a mais vulnerável ao ressecamento e à inflamação.

A preocupação aumenta porque muitas alterações começam com sinais aparentemente simples, como coceira, vermelhidão ou ardência. Quando esses sintomas persistem, pioram ou aparecem acompanhados de bolhas, febre ou mal-estar, a recomendação é procurar avaliação médica.

Outro risco comum durante passeios e férias envolve frutas cítricas, como limão, laranja e tangerina. Quando o suco dessas frutas entra em contato com a pele e a pessoa se expõe ao sol, pode ocorrer uma reação chamada fitofotodermatose. O quadro costuma causar manchas avermelhadas, ardência e, depois, escurecimento da região afetada.

Por isso, quem manusear frutas cítricas deve lavar bem as mãos e a área exposta antes de sair ao sol. A orientação vale especialmente para ambientes como praia, clubes, balneários e churrascos ao ar livre, onde bebidas com limão e frutas são mais consumidas.

Perfumes, loções e alguns cosméticos também merecem atenção. Certas substâncias presentes nesses produtos podem aumentar a sensibilidade da pele à radiação solar, favorecendo manchas, irritações e reações alérgicas. Durante atividades ao ar livre, o ideal é evitar perfumes diretamente na pele.

O uso correto do protetor solar é uma das principais medidas de prevenção. A recomendação é utilizar produto com FPS 30 ou superior, aplicar antes da exposição ao sol e reaplicar ao longo do dia, principalmente após mergulhos, suor intenso ou uso de toalha.

Outra orientação importante é aplicar primeiro o protetor solar e, depois, o repelente. A medida ajuda a manter a proteção contra os raios solares e contra picadas de insetos, que também podem desencadear reações alérgicas.

Roupas leves, de preferência de algodão, ajudam a reduzir o abafamento da pele e a retenção de suor. Chapéus, bonés, óculos de sol e locais com sombra também são aliados para diminuir os impactos da exposição solar.

A hidratação deve ser feita por dentro e por fora. Beber bastante água ajuda o organismo a enfrentar o calor, enquanto o uso de hidratantes após banhos de praia, piscina ou igarapé contribui para recuperar a proteção natural da pele.

Especialistas alertam ainda para o risco da automedicação. Pomadas, antialérgicos e receitas caseiras usados sem orientação podem mascarar sintomas, agravar lesões ou dificultar o diagnóstico correto. Em caso de dúvida, a avaliação de um profissional de saúde é o caminho mais seguro.

Com cuidados simples e atenção aos primeiros sinais de irritação, é possível aproveitar os dias de calor com mais segurança, reduzindo o risco de alergias, manchas e desconfortos na pele.

Como prevenir alergias na pele no verão

  • Use roupas leves, preferencialmente de algodão.
  • Mantenha a pele hidratada, principalmente após banhos de praia, piscina ou igarapé.
  • Use protetor solar com FPS 30 ou superior e reaplique ao longo do dia.
  • Aplique o protetor antes do repelente.
  • Evite exposição direta ao sol nos horários de maior intensidade.
  • Lave bem as mãos após manusear frutas cítricas, como limão e laranja.
  • Evite perfumes na pele durante atividades ao ar livre.
  • Beba bastante água para manter o corpo hidratado.

Quando procurar atendimento médico

A avaliação médica é recomendada quando houver:

  • Coceira intensa e persistente
  • Vermelhidão que não melhora
  • Ardência ou sensação de queimadura
  • Bolhas na pele
  • Febre ou mal-estar
  • Piora de doenças de pele já existentes
  • Manchas após contato com frutas cítricas e exposição solar


FONTE: O Liberal
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