As férias de julho aumentam o movimento nas praias do Pará e exigem atenção redobrada com crianças. Além de protetor solar e hidratação, responsáveis devem adotar medidas para evitar afogamentos, desaparecimentos, queimaduras, cortes e mal-estar provocado pelo calor.
O Corpo de Bombeiros Militar do Pará orienta que crianças nunca fiquem sozinhas na água ou próximas ao mar. A supervisão deve ser constante, de preferência em áreas com guarda-vidas e longe de trechos com bandeira vermelha, correnteza forte, mar agitado ou mudanças bruscas de profundidade.
Entre as recomendações estão o uso de roupas chamativas, pulseiras de identificação, definição de ponto de encontro e registro de foto da criança com a roupa usada no passeio. As pulseiras CARE, utilizadas pelo Corpo de Bombeiros, contam com QR Code e dados do responsável, facilitando a localização em caso de perda.
Também é importante lembrar que boias não substituem a presença de um adulto. Em caso de desaparecimento, afogamento ou mal-estar, os responsáveis devem procurar imediatamente um guarda-vidas ou acionar o telefone 193.
As férias de julho aumentam o movimento nas praias do Pará e exigem atenção especial de famílias com crianças. Além de cuidados com protetor solar, hidratação e alimentação, responsáveis devem manter vigilância constante para evitar acidentes, afogamentos, queimaduras, cortes e desaparecimentos em meio à aglomeração.
Na Praia do Atalaia, em Salinópolis, muitas famílias têm adotado estratégias simples para proteger os pequenos, como o uso de roupas chamativas, pulseiras de identificação, escolha de áreas próximas a guarda-vidas e permanência em trechos mais seguros da faixa de areia e da água.
De acordo com orientações do Corpo de Bombeiros Militar do Pará (CBMPA), os principais riscos envolvendo crianças em praias incluem afogamentos, crianças perdidas, queimaduras causadas pelo sol ou pela areia quente, desidratação, insolação, cortes provocados por objetos na areia e acidentes durante brincadeiras perto do mar.
A recomendação principal é que crianças nunca fiquem sozinhas na água ou próximas ao mar. A supervisão deve ser contínua e sem distrações, como uso de celular, conversas longas ou consumo de bebida alcoólica por quem está responsável pelo cuidado.
O CBMPA também orienta que as famílias deem preferência a áreas monitoradas por guarda-vidas e respeitem a sinalização das praias. Bandeira vermelha, mar agitado, tempestade, baixa visibilidade, correnteza forte, valas e mudanças bruscas de profundidade são sinais de risco e devem ser levados a sério.
Em locais de grande movimento, uma medida simples pode ajudar na localização: vestir as crianças com cores vivas, como amarelo, laranja, verde neon ou vermelho. Roupas chamativas facilitam a visualização na areia, na água e entre outras pessoas. Outra orientação é tirar uma foto da criança antes de chegar à praia, registrando a roupa usada naquele dia.
O uso de pulseirinhas de identificação também é recomendado. O Corpo de Bombeiros utiliza as pulseiras CARE, que contam com QR Code e informações como nome, idade e telefone do responsável. O recurso ajuda no reencontro rápido caso a criança se perca.
As famílias também devem combinar um ponto de encontro antes de iniciar o passeio. Para crianças pequenas, a orientação é manter contato visual permanente e, quando possível, deixá-las sempre ao alcance de um braço de distância.
Outro cuidado importante é não confiar apenas em boias ou brinquedos infláveis. Esses itens podem dar uma falsa sensação de segurança, mas não substituem a presença de um adulto acompanhando a criança de perto. Ondas, correntezas e buracos na areia podem surpreender mesmo em trechos aparentemente rasos.
Durante os dias de calor, a hidratação precisa ser frequente. Crianças devem beber água ao longo do dia e usar protetor solar, chapéu, boné e roupas com proteção UV. A exposição direta ao sol deve ser evitada nos horários mais quentes, especialmente entre 10h e 16h.
Em caso de desaparecimento, a orientação é procurar imediatamente um posto de guarda-vidas ou um bombeiro militar. Os responsáveis devem informar características da criança, como nome, idade, cor da roupa, local onde foi vista pela última vez e outras informações que possam ajudar na busca.
Se uma criança apresentar sinais de afogamento, mal-estar, desidratação ou insolação, o atendimento deve ser acionado pelo número 193. A recomendação é não tentar salvamentos no mar sem treinamento adequado, pois a tentativa pode colocar outras pessoas em risco.
Para casos de calor excessivo, a criança deve ser levada para um local com sombra, receber água e ter o corpo resfriado. Se os sintomas continuarem, é necessário buscar atendimento médico.
Famílias que frequentam Salinópolis relatam que a escolha de áreas mais tranquilas, como as chamadas “piscininhas” naturais, ajuda a reduzir riscos para crianças menores. Ainda assim, mesmo nesses pontos, a presença de um adulto por perto continua indispensável.
Com o aumento do fluxo de carros, motos, banhistas e vendedores em áreas de praia, a atenção também deve se estender à faixa de areia. Crianças podem se afastar rapidamente ou se distrair em meio ao movimento, por isso é importante definir limites claros de circulação.
A segurança dos pequenos depende de medidas simples, mas contínuas. Identificação, roupas visíveis, supervisão, hidratação, proteção solar e respeito às orientações dos guarda-vidas são atitudes que ajudam a transformar o passeio em um momento de lazer com menos riscos.
Cuidados essenciais com crianças na praia