O Pará tem ao menos 10 pré-candidatos ao Senado Federal para as eleições gerais de 2026. Neste ano, os eleitores votarão duas vezes para o cargo, pois duas das três cadeiras do estado estarão em disputa.
A renovação ocorre porque terminam os mandatos de Jader Barbalho (MDB) e Zequinha Marinho (Podemos). Como o mandato de senador dura oito anos, a Constituição prevê alternância: em uma eleição, renova-se um terço da Casa; na seguinte, dois terços.
Entre os nomes colocados como pré-candidatos estão Celso Sabino, Chicão, Éder Mauro, Gal Leite, Gizelle Freitas, Helder Barbalho, Lívia Noronha, Marcelo Conti, Orleans Santos e Zequinha Marinho.
As candidaturas ainda precisam ser confirmadas nas convenções partidárias, que ocorrem de 20 de julho a 5 de agosto. Depois disso, partidos, federações e coligações devem pedir o registro à Justiça Eleitoral até 15 de agosto, às 19h.
O Senado representa os estados no Congresso Nacional e tem atribuições como votar leis, analisar emendas constitucionais, revisar matérias da Câmara e sabatinar autoridades indicadas para cargos públicos.
O Pará tem ao menos 10 pré-candidatos ao Senado Federal para as eleições gerais de 2026. Neste ano, os eleitores paraenses votarão duas vezes para o cargo, já que duas das três cadeiras do estado no Senado estarão em disputa no Congresso Nacional.
A renovação ocorre porque chegam ao fim os mandatos de Jader Barbalho (MDB) e Zequinha Marinho (Podemos). Como o mandato de senador dura oito anos, a troca das cadeiras acontece de forma alternada: em uma eleição, é renovada uma vaga; na eleição seguinte, duas vagas são escolhidas.
No Senado, cada estado e o Distrito Federal têm três representantes, independentemente do tamanho da população. A regra é diferente da Câmara dos Deputados, onde o número de parlamentares varia conforme a população de cada unidade federativa.
A votação de 2026 será, portanto, uma eleição de renovação de dois terços da bancada paraense no Senado. O eleitor deverá escolher dois nomes na urna, e os dois mais votados assumem as cadeiras em disputa.
Os nomes atualmente colocados como pré-candidatos ainda dependem de confirmação nas convenções partidárias, que ocorrem entre 20 de julho e 5 de agosto. Até essa etapa ser concluída e os registros serem apresentados à Justiça Eleitoral, os nomes não são considerados candidaturas oficiais.
O prazo para que partidos, federações e coligações solicitem o registro das candidaturas termina em 15 de agosto, às 19h. Até lá, o cenário pode mudar, com desistências, substituições, alianças ou novas composições partidárias.
Entre os nomes cotados para a disputa ao Senado pelo Pará estão Celso Sabino (PDT), Chicão (União Brasil), Éder Mauro (PL), Gal Leite (UP), Gizelle Freitas (PSOL), Helder Barbalho (MDB), Lívia Noronha (Solidariedade), Marcelo Conti (PSOL), Orleans Santos (Rede) e Zequinha Marinho (Podemos).
A disputa ao Senado costuma ter peso estratégico nas eleições estaduais porque envolve mandatos longos e atuação direta em temas nacionais. Senadores votam projetos de lei, emendas constitucionais, indicações de autoridades e decisões que afetam estados e municípios.
Além de participar da elaboração de leis, o Senado funciona como uma casa revisora dentro do Congresso Nacional. Isso significa que propostas aprovadas pela Câmara dos Deputados podem passar por análise dos senadores antes de seguirem para sanção, promulgação ou nova votação.
A Casa também tem atribuições exclusivas, como sabatinar e votar indicações de ministros do Supremo Tribunal Federal, diretores de agências reguladoras, embaixadores e outras autoridades. Também cabe ao Senado autorizar operações financeiras de estados e municípios, além de julgar determinadas autoridades em processos específicos previstos na Constituição.
No caso do Pará, os dois eleitos em 2026 se juntarão ao senador que permanece no mandato, formando a bancada de três representantes do estado em Brasília. A composição final poderá influenciar articulações sobre temas como infraestrutura, meio ambiente, desenvolvimento regional, segurança pública, educação, saúde e repasses federais.
Até as convenções, a lista de pré-candidatos ainda tem caráter provisório. A oficialização depende da decisão de cada partido e do posterior registro na Justiça Eleitoral.
Pré-candidatos ao Senado pelo Pará
Celso Sabino (PDT)
Chicão (União Brasil)
Éder Mauro (PL)
Gal Leite (UP)
Gizelle Freitas (PSOL)
Helder Barbalho (MDB)
Lívia Noronha (Solidariedade)
Marcelo Conti (PSOL)
Orleans Santos (Rede)
Zequinha Marinho (Podemos)
Diferença entre Câmara e Senado
Na Câmara dos Deputados, o número de representantes varia conforme a população de cada estado. Os deputados têm mandato de quatro anos, e a renovação ocorre de forma integral a cada eleição.
No Senado Federal, todos os estados têm o mesmo número de representantes: três senadores. O mandato é de oito anos, e a renovação ocorre de forma alternada, por um terço e dois terços.