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22/12/2020 às 15h00min - Atualizada em 22/12/2020 às 15h00min

Vacinas contra o sarampo e a poliomielite ficam disponíveis até 30 de dezembro

O sarampo é altamente contagioso. Só a vacina garante a proteção.

Agência Pará
Com edição do Belém.com.br
Em 2020, foram registrados 5.373 casos de sarampo. (Foto: GOVSP)

       
Até o dia 30 de dezembro de 2020, os paraenses vão poder se vacinar contra o sarampo e a poliomielite. O prazo foi prorrogado pela Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) para cumprir com a meta de vacinação. A vacina contra o sarampo é destinada às pessoas de 20 a 49 anos. Já a da pólio é voltada a crianças de 1 a 4 anos.


Em 2020, foram registrados 5.373 casos de sarampo. Com esse número, o Pará ocupa o primeiro lugar no ranking de casos no Brasil, sendo responsável por 64,3% dos registros, conforme o último Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde.  
 
Segundo o diretor de Epidemiologia da Sespa, Bruno Pinheiro, a meta contra o sarampo é vacinar 3.485.894 pessoas, de 20 a 49 anos. Em relação à poliomielite, a meta é vacinar 595.688 crianças, de 1 a 4 anos.

Contágio

Assim como a covid-19, o sarampo é uma doença altamente contagiosa, a diferença é que existe a vacina tríplice viral, que é eficaz contra sarampo, rubéola e caxumba.

"A vacina já existe e está disponível nos postos de vacinação dos 144 municípios paraenses, os cidadãos precisam fazer a sua parte, é uma luta de todos nós", enfatizou Bruno Pinheiro.

Sintomas

O sarampo é uma doença infecciosa aguda viral transmitida pela tosse, fala, espirro ou respiração de pessoas doentes. O paciente deve procurar atendimento médico assim que apresentar os primeiros sinais e sintomas da doença, que são febre, tosse, coriza, conjuntivite e manchas vermelhas na pele. Todas as pessoas não vacinadas e que nunca adoeceram de sarampo são suscetíveis a adoecer, só a vacina garante a proteção.

Notificação

A busca por atendimento imediato é primordial para que seja feita a notificação e a equipe de saúde possa agir para interromper a circulação do vírus entre as pessoas que tiveram contato com o doente. Os casos suspeitos de sarampo têm que ser notificados até 24 horas após o atendimento, para que seja iniciada a investigação pela Vigilância Municipal, que inclui a busca dos contatos não vacinados até 48h e o bloqueio vacinal até 72 horas após a notificação.

Serviço 
A vacina contra o sarampo está disponível nos postos de vacinação dos 144 municípios paraenses, juntamente com a vacina contra a poliomielite.

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