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06/10/2021 às 11h00min - Atualizada em 06/10/2021 às 11h00min

​Museu Goeldi completa 155 anos nesta quarta (6)

Saiba quais são as novidades e quando deve reabrir o Parque Zoobotânico

Agênica Belém
Com edição do Belem.com.br
Os novos recintos de aves abrigam 35 espécies. (Foto: Divulgação/Agência Belém)
                                                                                                       
O Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG) completa 155 anos nesta quarta-feira, (6) e anuncia as principais novidades até o final do ano.  A primeira é o plano de reabertura do Parque Zoobotânico ao público em geral, previsto para a primeira quinzena de dezembro, quando os(as) visitantes poderão conhecer os novos recintos de aves e o Centro de Exposições Eduardo Galvão, entre outras atrações.

Os novos recintos de aves abrigam 35 espécies, geralmente encaminhadas ao Parque Zoobotânico por órgãos ambientais após apreensões decorrentes de casos de maus-tratos, caça, comércio ilegal e desmatamento.

Já o novo Centro de Exposições Eduardo Galvão, com área de 1.800 metros quadrados, foi projetado com sistema de captação de água da chuva para usos essenciais do prédio, acessibilidade e uso racional de energia. Abrigará uma exposição de longa duração sobre "Diversidades Amazônicas" e também exposições temporárias como a "Replicando o Passado". Contará com um Café e um Mirante para que o público possa observar a vegetação e as copas das grandes árvores, um mini auditório com capacidade de 58 pessoas, reserva técnica com quarentena para acervos que serão expostos, oficina para suporte das exposições e sala para equipe de museografia. Sua fachada será adornada por Jardim Vertical em diálogo com o paisagismo da coleção florística do Parque Zoobotânico. 

Com a abertura do novo espaço, o público poderá conhecer a iniciativa "Amazônia – Do poente à aurora", uma realização dos projetos Mantis, Documenting Threatened Species (DOTS), ECO 360º e Coteca Science Branding, em parceria com o Museu Goeldi e com o financiamento da The National Geographic Society. 

O projeto alia um componente de pesquisa, cujos primeiros resultados envolvem a apresentação de dados e ângulos da natureza amazônica ao entardecer, noite e alvorecer na Floresta Nacional de Caxiuanã e poderão ser vistos na nova exposição "Diversidades Amazônicas".

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