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23/10/2019 às 14h07min - Atualizada em 23/10/2019 às 14h07min

Pratagy lança disco homônimo e se apresenta em Belém

Novo trabalho do artista traz referências contemporâneas do indie pop ao R&B

belem.com.br
Assessoria de Comunicação do artista
Pratagy trata de temas profundos com uma poética descomplicada (Foto: Ana Alexandrino/Divulgação)

Com uma sonoridade refrescada a cada lançamento, Pratagy segue experimentando com sintetizadores e batidas eletrônicas. Desta vez, em um álbum autointitulado, ele mescla arranjos de cordas, sopros e percussões, passeando pelo R&B, house e funk brasileiro dos anos 90 - esse último, tema de pesquisa acadêmica do artista.
 
“Pratagy” conta com oito faixas, e chega nas principais plataformas digitais no dia 25 de outubro. Nos palcos, dois shows marcam o lançamento: o primeiro no dia 20 de novembro, na Kasa Coentro (Belém); e o segundo, no dia 22 de novembro, na Casa do Mancha (São Paulo).
 
Influências decisivas para a expansividade sonora do álbum, “Pratagy” conta com participações dos músicos cearenses Arquelano e Emischramm, além de participação do conterrâneo Toussaint. Com composições que abordam desde desilusões amorosas, em diálogo com a cantora Emischramm; até os sonhos e ambições de amadurecer no mundo de hoje, Pratagy trata de temas profundos com uma poética descomplicada.
 
A possibilidade de trazer novas nuances à sonoridade do artista, se deve ao fato de o projeto ter sido contemplado pelo edital Natura Musical 2018, incentivado pela Lei Semear, Fundação Cultural do Pará e Governo do Estado do Pará, com a produção de AmpliCriativa.
 
“Acreditamos na força do Natura Musical para conectar pessoas, valorizar a criatividade brasileira e revelar a diversidade de cada região do país”, diz Fernanda Paiva, gerente de Marketing Institucional da Natura. “O programa já circulou por 20 Estados, apostando em talentos locais. No Pará, por exemplo, o edital já ofereceu recursos para 48 projetos da música, como Felipe Cordeiro, Dona Onete, Lucas Estrela, Aíla, Arthur Nogueira e, agora, Keila”, complementa.
 
Pratagy relembra que o processo de composição do álbum começou logo após o lançamento de “Voo e Mansidão”, EP lançado em 2018. As músicas que ficaram de fora na época não foram consideradas para o álbum, isto porque a ideia era construir um trabalho que fizesse sentido por si só, ou como Pratagy diz, “que capturasse um momento”.
 
“Gosto muito dessa ideia de que o álbum refletia o momento do artista, a evolução de ano em ano, o que é mais raro hoje em dia, com lançamentos de álbuns cada vez mais distantes um do outro. Coincidentemente tenho lançado um álbum a cada ano, e achei legal a brincadeira de não ter nome, meio que ser uma referência aos discos dos anos 60 e 70”, justifica.
 
Fugindo um pouco das sonoridades eletrônicas do synthpop dos anos 80, marcas do trabalho anterior; desta vez Pratagy traz na lista de referências trabalhos contemporâneos como o R&B de Solange, o indie pop de Robyn e até mesmo o funk de MC Bruninho.
 
Sobre a ideia de lançar um álbum inteiro em um período em que singles e EPs são cada vez mais comuns, Pratagy brinca dizendo que é “uma maluquice”.
“Eu sempre quis compor para um álbum inteiro, meus outros são menores. Mas gosto da ideia das pessoas escutarem o álbum na ordem que elas quiserem, ou pegar as músicas que elas gostarem e misturar nas playlists delas, acho que foi pensado para isso, para você bagunçar e ouvir do jeito que quiser”, diz.
 
Sobre Pratagy
Leonardo Pratagy, ou apenas Pratagy, é produtor, cantor, compositor e instrumentista. Começou a carreira artística como baixista da banda Zeromou, com a qual lançou o álbum "Zeromou" (2016). Em carreira solo, gravou e produziu os discos "Pictures" (2016), "Búfalo" (2017) e o EP "Voo e Mansidão" (2018). Como produtor e instrumentista, teve participação no disco de Natália Matos; também teve músicas de sua autoria gravadas por artistas como Arthur Nogueira e Lucas Estrela. Em 2019, ele lança seu novo álbum, autointitulado Pratagy.
 
Sobre Natura Musical
Natura Musical é a principal plataforma de patrocínio da marca Natura. Desde seu lançamento, em 2005, o programa investiu R$ 132 milhões no patrocínio de 418 projetos - entre CDs, DVDs, shows, livros, acervos digitais e filmes. Os trabalhos artísticos renovam o repertório musical do país e são reconhecidos em listas e premiações nacionais e internacionais. Em 2018, o edital do programa selecionou 50 projetos em todo o Brasil, entre artistas, bandas e coletivos, e estabeleceu parcerias com 10 festivais independentes de Norte a Sul do país. A plataforma digital do programa leva conteúdo inédito sobre música e comportamento para mais de meio milhão de seguidores nas redes sociais. Em São Paulo, a Casa Natura Musical se tornou uma vitrine permanente da música brasileira, com cerca de 100 shows para adultos e crianças ao longo de 2018.

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