Polícia Civil deflagra Força-Tarefa Juntos por Elas para acelerar investigações de violência contra mulher

Ação integrada entre diretorias operacionais da instituição prevê remessa de mais de 400 inquéritos ao Judiciário. Iniciativa reforça compromisso com proteção e responsabilização de agressores.

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A Polícia Civil do Pará deflagrou a Força-Tarefa Juntos por Elas, uma ação integrada entre diretorias operacionais para acelerar investigações de violência contra a mulher e ampliar a proteção às vítimas. A iniciativa prevê centenas de diligências, intimações de agressores, buscas de pertences, verificação de denúncias e a remessa de mais de 400 inquéritos policiais ao Poder Judiciário. O delegado-geral adjunto Temmer Khayat destacou que cada inquérito concluído representa uma mulher ouvida e um agressor mais próximo da responsabilização. A ação une DPM, DPE, DECCC, Corregedoria e DAV. A Polícia Civil reforça que o enfrentamento à violência de gênero é prioridade e que a denúncia salva vidas.

 

A Polícia Civil do Estado do Pará deflagrou, nesta quarta-feira (24), a “Força-Tarefa Juntos por Elas”, uma grande ação integrada entre as diretorias operacionais da instituição voltada ao enfrentamento da violência contra a mulher, com atuação estratégica para acelerar investigações, fortalecer a responsabilização dos agressores e ampliar a proteção às mulheres vítimas de violência.

“A força-tarefa demonstra o compromisso da Polícia Civil do Pará em combater a impunidade e garantir que as mulheres tenham acesso à justiça de forma célere e efetiva. A violência contra a mulher exige uma resposta rápida, firme e coordenada do Estado. Cada inquérito concluído e remetido à Justiça representa uma mulher que teve sua voz ouvida e um agressor mais próximo de ser responsabilizado pelos seus atos”, destacou Temmer Khayat, delegado-geral adjunto da Polícia Civil.

A integração entre as diretorias operacionais permite potencializar recursos humanos e técnicos, ampliando a capacidade investigativa da instituição e proporcionando maior eficiência na tramitação dos procedimentos policiais.

“Mais do que números, a força-tarefa representa um esforço coletivo em defesa da vida, da dignidade e dos direitos das mulheres paraenses. Cada diligência realizada, cada denúncia apurada e cada inquérito concluído significam a renovação do compromisso institucional de romper o ciclo da violência doméstica e familiar”, continuou o delegado.

A ação também reforça o papel da Polícia Civil como protagonista na rede de proteção às mulheres, atuando de forma permanente para garantir que as vítimas sejam acolhidas, protegidas e que os autores de violência sejam devidamente responsabilizados.

“A iniciativa contempla a realização de centenas de diligências investigativas, incluindo o cumprimento de intimações de autores de violência doméstica e familiar, buscas de pertences das vítimas nas residências de seus agressores, verificações de denúncias anônimas, análise de procedimentos em andamento, instauração de novos inquéritos policiais e a remessa de mais de 400 inquéritos policiais ao Poder Judiciário, representando um importante avanço na resposta estatal aos crimes praticados contra mulheres”, ressaltou a delegada Emanuela Amorim, titular da Diretoria de Atendimento a Grupos Vulneráveis (DAV).

A Polícia Civil do Estado do Pará reafirma que o enfrentamento à violência contra a mulher é uma prioridade institucional e que a união de todas as suas forças operacionais representa um passo decisivo na construção de uma sociedade mais segura, justa e livre de violência de gênero.

“As Diretorias de Polícia Metropolitana (DPM), de Polícia Especializada (DPE), Estadual de Combate a Crimes Cibernéticos (DECCC) e a Corregedoria-Geral da instituição uniram-se à Diretoria de Atendimento à Grupos Vulneráveis para somar esforços e garantir a proteção e o acolhimento às vítimas e a responsabilização desses agressores”, finalizou a diretora da DAV.

Denuncie

Em caso de violência contra a mulher, procure a unidade policial mais próxima, uma Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher ou registre sua ocorrência por meio da Delegacia Virtual. O silêncio protege o agressor. A denúncia salva vidas.