Rodoviários da empresa Monte Cristo interditaram um trecho da avenida Almirante Barroso, em Belém, na manhã desta quarta-feira (22). O protesto ocorreu no perímetro do Bosque Rodrigues Alves, no sentido de quem segue de São Brás para o Entroncamento.
A categoria cobra salários atrasados, vale-alimentação e outros direitos trabalhistas. Durante a manifestação, a pista foi fechada a partir da travessa Dr. Enéas Pinheiro, provocando congestionamento e obrigando motoristas a buscar rotas alternativas.
Por volta das 8h20, a mobilização já havia sido encerrada e o trânsito foi normalizado no trecho. Apesar da liberação da via, a paralisação dos trabalhadores da Monte Cristo ainda afeta linhas de ônibus operadas pela empresa.
Até a última atualização, não havia previsão para retomada normal da circulação dos coletivos.
Rodoviários da empresa Monte Cristo bloquearam um trecho da avenida Almirante Barroso, em Belém, na manhã desta quarta-feira (22), durante um protesto por salários atrasados, vale-alimentação e outros direitos trabalhistas. A manifestação ocorreu no perímetro do Bosque Rodrigues Alves, na pista de quem segue de São Brás em direção ao Entroncamento.
O bloqueio começou nas primeiras horas da manhã e interditou a pista a partir da travessa Dr. Enéas Pinheiro, provocando retenções no trânsito em uma das principais vias de saída da capital paraense. Motoristas precisaram desviar por vias alternativas da região.
Por volta das 7h30, o congestionamento já era intenso no trecho. Segundo informações divulgadas sobre a mobilização, parte dos condutores passou a usar a travessa Dr. Enéas Pinheiro para escapar do ponto interditado.
A manifestação foi encerrada ainda no início da manhã. Por volta das 8h20, o fluxo de veículos na Almirante Barroso já havia sido normalizado, após a liberação da pista.
O protesto ocorre em meio à paralisação dos trabalhadores da empresa Monte Cristo, que afeta linhas de ônibus operadas pela companhia em Belém. Segundo a categoria, ainda não há previsão para que os coletivos voltem a circular normalmente.
Os rodoviários afirmam cobrar o pagamento de salários em atraso, além de pendências relacionadas a benefícios trabalhistas, como o vale-alimentação. A mobilização desta quarta-feira ampliou os impactos da paralisação, atingindo não apenas usuários do transporte coletivo, mas também motoristas que trafegavam pela Almirante Barroso.
A avenida é uma das vias mais movimentadas de Belém e concentra grande fluxo de carros, ônibus, motos e caminhões, especialmente no sentido de saída da cidade. Por isso, qualquer interdição no corredor costuma provocar reflexos rápidos no trânsito de bairros próximos.
Usuários do transporte coletivo também enfrentam transtornos desde o início da paralisação. Linhas operadas pela Monte Cristo seguem afetadas, o que pode alterar o deslocamento de passageiros que dependem dos ônibus da empresa para chegar ao trabalho, escolas, consultas e outros compromissos.
Até a última atualização, não havia confirmação de acordo entre trabalhadores e empresa. Também não havia previsão oficial para retomada integral da operação das linhas paralisadas.