Ideflor-Bio amplia protagonismo ambiental do Pará na COP30

Com mais de 20 atividades técnicas, o Instituto consolidou liderança do Pará em políticas ambientais e sociobiodiversidade durante a conferência em Belém

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Ideflor-Bio amplia protagonismo ambiental do Pará na COP30
Vinícius Leal (Ascom/Ideflor-Bio)
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O Ideflor-Bio teve uma das presenças mais expressivas do Pará na COP30, realizada em Belém, ao liderar mais de 20 atividades técnicas e institucionais voltadas à conservação, ciência e sociobiodiversidade. A programação começou ainda no início de novembro com o seminário Municípios Paraenses no Equilíbrio Climático, reunindo representantes de 48 cidades para discutir gestão ambiental e soluções climáticas. Em seguida, o Forest Zone promoveu debates com pesquisadores e especialistas sobre inovação aplicada à Amazônia.

Entre os destaques da agenda, o I Simpósio de Floresta e Clima, realizado em parceria com Ufra e Esalq/USP, fortaleceu a produção científica em temas florestais e climáticos. No mesmo período, o Instituto firmou acordo com a UFPA para desenvolver pesquisas e contribuir com o Macrozoneamento Ecológico-Econômico do Marajó.

No Pavilhão Pará, na Green Zone, o Instituto conduziu painéis sobre trilhas ecológicas, concessões florestais, agricultura familiar, sociobiodiversidade, manejo comunitário e conservação da fauna. Um dos marcos foi o lançamento de publicações sobre o Parque Estadual das Árvores Gigantes da Amazônia.

Outras agendas reforçaram a atuação institucional do Ideflor-Bio, incluindo debates sobre restauração biocultural, educação ambiental, CPA e fortalecimento de quintais produtivos no Marajó. Durante a conferência, o Instituto também realizou a soltura simbólica de 30 ararajubas no Parque do Utinga, ação que reforçou o compromisso do governo com a proteção da fauna amazônica.

O Ideflor-Bio reforçou o protagonismo do Pará na COP30, em Belém, ao conduzir a maior agenda institucional do evento, com mais de 20 atividades envolvendo ciência, conservação, sociobiodiversidade e políticas públicas. A atuação integrada das diretorias colocou o Instituto no centro dos debates que discutiram o futuro da Amazônia e as estratégias para enfrentar a crise climática.

A programação começou ainda no início de novembro, quando o Instituto reuniu gestores municipais, técnicos e especialistas de 48 cidades no seminário Municípios Paraenses no Equilíbrio Climático. Dias depois, o espaço Forest Zone promoveu discussões sobre soluções inovadoras para o desenvolvimento sustentável, com participação de pesquisadores e organizações da sociedade civil.

Entre os eventos mais relevantes, o I Simpósio de Floresta e Clima, organizado em parceria com a Ufra e a Esalq/USP, aproximou cientistas e gestores em debates sobre avanços nas pesquisas florestais. Na mesma semana, o Instituto firmou acordo com a UFPA para ampliar estudos socioambientais e apoiar o Macrozoneamento Ecológico-Econômico do Marajó, consolidando novas frentes de cooperação.

Na Green Zone, o Ideflor-Bio coordenou uma série de painéis sobre concessões florestais, trilhas ecológicas, inclusão produtiva, agricultura familiar, gestão comunitária e conservação da fauna. Um dos destaques foi a apresentação de iniciativas ligadas ao manejo em unidades de conservação e ao avanço da rede de sementes e mudas do Pará. Também foi lançado material técnico sobre o Parque Estadual das Árvores Gigantes da Amazônia.

Outras ações ampliaram o alcance institucional, incluindo debates sobre educação ambiental, restauração biocultural, manejo comunitário, Cotas de Proteção Ambiental (CPA) e programas de fortalecimento produtivo em comunidades do Marajó. No Parque do Utinga, o Instituto conduziu a simbólica soltura de 30 ararajubas, reforçando o compromisso com a proteção da fauna amazônica.

O Instituto ainda sediou encontros como Florestas & Futuro, da TNC, e o Encontro Amazônico de Facilitadores da Bioeconomia. Também integrou agendas no Pavilhão Brasil e no estande do Ministério do Turismo, onde participou do lançamento da Trilha Amazônia Atlântica, a maior já sinalizada na América Latina.

Segundo a presidência do Instituto, o desempenho na COP30 evidencia que o Pará reúne ciência, gestão ambiental e articulação institucional para conduzir políticas públicas alinhadas à conservação da floresta e ao fortalecimento das comunidades amazônicas. A variedade de temas e a participação ativa das diretorias consolidaram o Ideflor-Bio como referência nacional em pesquisa aplicada, governança florestal e proteção da biodiversidade.


FONTE: Agência Pará
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