Engenharia Nacional leva manifesto ao comando da COP30

Documento reforça o papel técnico das engenharias nas soluções climáticas e destaca contribuições do Pará para ações de adaptação e mitigação

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Engenharia Nacional leva manifesto ao comando da COP30
Divulgação/DOL
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O Sistema Confea/Crea e Mútua entregou ao presidente da COP30, André do Lago, o Manifesto da Engenharia Nacional, documento que reúne diretrizes técnicas elaboradas por profissionais da engenharia, agronomia e geociências para enfrentar os efeitos da crise climática. A entrega ocorreu em 17 de novembro, com representação do CREA-PA por meio da presidente Adriana Falconeri, e simboliza o compromisso das entidades com decisões climáticas baseadas em ciência e técnica.
O manifesto foi construído a partir de consulta pública nacional iniciada em 2023, durante a qual profissionais contribuíram com propostas organizadas em sete eixos principais: saneamento e infraestrutura resiliente; inovação tecnológica e empreendedorismo verde; planejamento territorial e cidades; mudanças de uso da terra e florestas; gestão de resíduos sólidos; agropecuária de baixo carbono; e transportes e mobilidade urbana. O Pará liderou o envio de contribuições, reforçando sua relevância estratégica no contexto amazônico.
Ao participar ativamente da COP30, o Sistema Confea/Crea e Mútua afirma sua presença em espaços internacionais de decisão, levando a importância da Amazônia discutida diretamente na Amazônia. O manifesto consolida o protagonismo técnico das engenharias brasileiras e destaca a necessidade de fortalecer ações baseadas em ciência, planejamento e inovação para garantir um futuro sustentável.

Em um gesto simbólico e estratégico, o Sistema Confea/Crea e Mútua entregou ao presidente da COP30, André do Lago, o Manifesto da Engenharia Nacional, documento que reúne diretrizes técnicas para enfrentar a crise climática a partir de soluções baseadas em engenharia, agronomia e geociências. A entrega contou com a presença da presidente do CREA-PA, Adriana Falconeri, que representou o estado no encontro.

O manifesto consolida propostas recebidas em consulta pública realizada desde 2023 e expressa o compromisso de fortalecer a presença das engenharias em decisões globais. Segundo a presidência do Conselho, o documento simboliza a necessidade de que o debate climático considere ciência, técnica e profissionais especializados como pilares de políticas sustentáveis.

As contribuições foram organizadas em sete eixos centrais, com maior participação do Pará, seguido por Paraná e Espírito Santo. Entre os temas avaliados, destacam-se: saneamento e infraestrutura resiliente, inovação tecnológica e empreendedorismo verde, planejamento urbano, mudanças de uso da terra, gestão de resíduos sólidos, agropecuária de baixo carbono e mobilidade urbana. Os percentuais refletem a diversidade de demandas e prioridades mapeadas pelos profissionais de todo o país.

Para Adriana Falconeri, a entrega representa um marco institucional e histórico, especialmente por ocorrer em uma COP sediada pela primeira vez na Amazônia. Segundo ela, o documento reúne medidas de adaptação e mitigação baseadas em evidências e reforça que a engenharia é indispensável para estruturar respostas eficientes aos impactos climáticos.

Ao receber o manifesto, André do Lago ressaltou que a engenharia ocupa posição estratégica na busca por soluções concretas para enfrentar o aquecimento global. Para ele, somente com base técnica qualificada será possível avançar em ações que respondam ao desafio climático de forma consistente.

Com a iniciativa, o Sistema Confea/Crea e Mútua reforça sua atuação internacional e marca presença em um dos principais fóruns diplomáticos do planeta, levando a discussão sobre a Amazônia a partir da própria Amazônia. O movimento indica uma postura de protagonismo profissional diante de um cenário que exige inovação, planejamento e responsabilidade ambiental.


FONTE: DOL
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