A Vila COP 30, construída em Belém para receber chefes de Estado durante a conferência climática da ONU, passará a abrigar um novo centro administrativo do Governo do Pará. A mudança começa em maio e prevê a instalação inicial de seis órgãos estaduais no espaço, localizado no bairro do Marco.
Com cerca de 19 mil metros quadrados e seis blocos estruturais, o complexo foi planejado desde o início para ter uso permanente após o evento. Agora, com a criação do Centro Administrativo do Estado (Ceade), o governo busca dar nova função ao local, promovendo economia e maior integração entre secretarias.
Entre os órgãos confirmados estão áreas estratégicas como desenvolvimento econômico, turismo, ciência e tecnologia, além de instituições de controle e pesquisa. Segundo o governo, a centralização deve melhorar a eficiência administrativa e facilitar o acesso da população aos serviços públicos.
O investimento total na obra foi de R$ 194,9 milhões, com recursos da Itaipu Binacional. A reutilização do espaço é apontada como parte do legado da COP 30, evitando ociosidade e ampliando o retorno social da estrutura.
A expectativa é que o centro administrativo evolua gradualmente, podendo receber novos órgãos no futuro. A iniciativa também reforça a estratégia de modernização da gestão pública no estado.
O Governo do Pará anunciou que o complexo conhecido como Vila COP 30, construído para receber autoridades internacionais durante a conferência climática da ONU, passará a funcionar como um centro administrativo estadual em Belém. A mudança começa ainda em maio e marca uma nova etapa para o espaço, localizado no bairro do Marco.
A transformação prevê a instalação do chamado Centro Administrativo do Estado (Ceade), reunindo inicialmente seis órgãos públicos em uma mesma estrutura. A medida busca otimizar a gestão, reduzir custos com aluguel e melhorar a integração entre diferentes áreas da administração estadual.
Entre os órgãos que irão ocupar o espaço estão a Controladoria-Geral do Estado (CGE), a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia, a Secretaria de Turismo, a Secretaria de Ciência e Tecnologia, a Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa) e a Agência de Regulação e Controle de Serviços Públicos (Arcon).
O complexo possui cerca de 19 mil metros quadrados e é composto por seis blocos estruturais, projetados inicialmente para acomodar chefes de Estado durante a COP 30. Desde a concepção, já havia a previsão de que o espaço teria uso permanente após o evento, o que agora começa a se concretizar.
O investimento total na construção da Vila foi de aproximadamente R$ 194,9 milhões, com recursos provenientes da Itaipu Binacional. A reutilização da estrutura como sede administrativa é vista como uma forma de dar continuidade ao legado da COP 30, evitando que o espaço fique ocioso após o evento internacional.
A proposta também está alinhada à estratégia do governo de centralizar serviços, facilitando o acesso da população e aumentando a eficiência da máquina pública. A expectativa é que, com a concentração dos órgãos, haja melhoria no atendimento ao cidadão e maior agilidade nos processos internos.
Apesar do anúncio, o governo ainda não detalhou um cronograma completo de ocupação nem se outros órgãos poderão ser incorporados ao espaço futuramente. A tendência, porém, é de ampliação gradual do uso do complexo ao longo dos próximos meses.