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21/05/2021 às 15h00min - Atualizada em 21/05/2021 às 15h00min

População deve comunicar reações adversas de tratamentos e vacinas

Quaisquer efeitos colaterais podem ser relatados em sistema da Anvisa

Agência Brasil
Com edição do Belem.com.br
População deve comunicar reações adversas de tratamentos e vacinas (Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil)

          

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) alerta que profissionais de saúde e cidadãos devem comunicar eventuais reações adversas causadas pelo uso de medicamentos ou tratamentos, incluindo vacinas.
 

Neste cenário, cidadãos e profissionais podem relatar quaisquer efeitos colaterais causados por remédios ou tratamentos, por meio do VigiMed, sistema gratuito de informações que pode ser acessado a partir da página da Anvisa, na internet.

 

Segundo a gerente de farmacovigilância da autarquia, Helaine Capucho, a pandemia da covid-19 conferiu ainda mais importância à farmacovigilância, já que a urgência tem obrigado autoridades sanitárias dos diversos países a, excepcionalmente, encurtarem prazos de processos e analisarem, em tempo recorde, pedidos de uso de medicamentos desenvolvidos em curto espaço de tempo.

 

Helaine acrescenta ainda que também se tornou comum o uso dos chamados medicamentos off-label, ou seja, produtos que os médicos, a partir da observação clínica, passam a prescrever para fins não previstos pelo fabricante e que, portanto, não constam da bula.

 

“Os cidadãos devem ser orientados a reportar efeitos adversos a qualquer tempo. Se [for um efeito] grave, a pessoa provavelmente vai voltar a procurar a instituição de saúde, mas é importante orientar as pessoas a notificarem também as reações menos graves; a informarem [à vigilância sanitária] o que tomou, quando tomou, quando começaram os sintomas e de que tipo foram”, alertou Helaine, lembrando que quem não é médico também pode utilizar o sistema VigiMed para notificar eventuais reações colaterais.


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