10/07/2021 às 15h30min - Atualizada em 10/07/2021 às 15h30min

Regiões do estado recebem classificação de baixo risco para covid-19

Novo bandeiramento entrou em vigor desde a última sexta-feira (9)

Agência Pará
Regiões do estado recebem classificação de baixo risco para covid-19 (Foto: Bruno Cecim/Agência Pará)

 

Desde a noite da sexta-feira (09), as Regiões Metropolitana de Belém I e II, Marajó Oriental, Baixo Tocantins e Nordeste saíram do bandeiramento amarelo e avançaram ao verde, considerado de risco baixo de contaminação ao novo coronavírus. A determinação foi definida no Decreto Estadual 800/2020, publicado em edição extra do Diário Oficial (DOE) de sexta-feira (09).

 

A nova classificação, definida pela capacidade hospitalar controlada e evolução da doença em fase decrescente, autoriza a liberação de atividades econômicas e sociais em caráter menos restritivo que as zonas anteriores. As demais regiões do Estado permanecem em bandeiramento amarelo, de risco intermediário.

 

O que pode e não pode

 

Com a atualização, fica permitida a realização de eventos privados em locais fechados com audiência de até 300 pessoas, limitada à lotação máxima de 75% da capacidade do estabelecimento. Mas não estão incluídos eventos privados que sejam abertos ao público ou com a venda de ingressos. 

 

Fica permitido também o funcionamento, sem limitação de horário, de restaurantes, bares e estabelecimentos afins, desde que sejam seguidos os protocolos de prevenção contra o coronavírus.

 

Seguem proibidos e permanecem fechados, no entanto, boates, casas noturnas, casas de show e estabelecimentos similares, bem como a realização de shows e festas abertas ao público e a presença de público em eventos esportivos. Também estão suspensas as aglomerações em locais públicos, com quantidade acima de 300 pessoas.

 

Pandemia em números

 

De acordo com os dados da Secretaria de Saúde (Sespa), atualizados na manhã deste sábado (10), a ocupação de leitos clínicos no Pará é de 43,9%, enquanto que o índice de leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) está em 61,4%. 

 

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