17/03/2022 às 10h54min - Atualizada em 17/03/2022 às 10h54min

Simineral elege novo presidente

Guido Germani atua na indústria de mineração há 14 anos

Com edição do Belem.com.br
Assessoria de Comunicação Simineral
Guido Germani substitui Anderson Baranov, que presidiu o Simineral por 10 meses até fevereiro de 2022. (Foto: Divulgação / Simineral)
                                                                                   
O Sindicato das Indústrias Minerais do Pará anunciou, hoje, o nome de seu novo Presidente, o executivo Guido Germani. A informação foi divulgada no Simineral ON, a plataforma de conteúdos digitais do Sindicato. Germani substitui Anderson Baranov, que presidiu o Simineral por 10 meses até fevereiro de 2022.

Guido Germani atua na indústria de mineração há 14 anos. Desde 2008, ele passou por empresas de diamantes, níquel, minério de ferro, fertilizantes e bauxita. Desde 2017, ocupa a posição de Diretor Presidente da MRN, após uma passagem de 5 anos como Diretor Financeiro da Vale Fertilizantes. Antes disso, ocupou as posições de Diretor Financeiro na mineração de ferro MMX e Gerente Financeiro na Mirabela Nickel.

Formado em Administração de Empresas pela Faculdade Cândido Mendes do Rio de Janeiro, tem pós-graduação em finanças pelo Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais (IBMEC/RJ), marketing pela Pontifícia Universidade Católica (PUC/RJ) e agrobusiness pela Universidade de São Paulo (USP-ESALQ).

Em entrevista ao Simineral ON, Guido Germani disse aos associados que “existe valor em participar do Simineral, existe, em troca das contribuições, que são feitas mensalmente, anualmente, o Simineral devolve para a indústria e para a sociedade em forma de benefícios, serviços e valor agregado”, afirmou.

Germani também falou sobre sustentabilidade.“A mineração tem evoluído muito. Não somos perfeitos, ainda temos muito o que evoluir e existe uma imagem negativa ainda, em alguns setores da sociedade, sobre a mineração. A mineração está, cada vez mais, sendo responsável e mitigando os efeitos negativos que ela causa no meio ambiente, minimizando e corrigindo esses efeitos. Especialmente no Pará em que a gente está, em grande parte, no bioma amazônico, é muito importante essa consciência. E isso é um dever da mineração”, concluiu.

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