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07/05/2021 às 11h30min - Atualizada em 07/05/2021 às 11h30min

Parceria garante lar para animais silvestres resgatados no Pará

Os espaços ambientais e turísticos atuam como fiéis depositários dos animais

Agência Pará
Com edição do Belem.com.br
A ação em conjunto entre as instituições têm garantido bem-estar a mais de 50 espécies de animais (Foto: Divulgação/Semas)
          
O Parque Zoobotânico Mangal das Garças e o Museu Paraense Emílio Goeldi garantem o tratamento de animais silvestres resgatados no Pará, através de uma  parceria firmada entre a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas).
 
Os espaços ambientais e turísticos atuam como fiéis depositários dos animais e asseguram avaliação veterinária com exames físicos e laboratoriais, como hemograma e raio-X.
 
A Semas atua como órgão mediador no encaminhamento de animais silvestres resgatados de situações de cativeiro ou entregues mediante denúncia para instituições mantenedoras parceiras.
 
No ato da entrega dos animais aos espaços ambientais, a Semas realiza um termo de cadastrado fiscal no Sistema Integrado de Monitoramento e Licenciamento Ambiental (Simlam) com os dados da instituição e a espécie que está sendo entregue.
 
As equipes do Mangal e do Museu Emílio Goeldi tentam readaptar os animais resgatados à vida silvestre, mas este objetivo não é possível em mais de 90% das tentativas. 
 
Além de um lar, a parceria garante tratamento de saúde para esses animais, que muitas vezes são resgatados com diversas doenças e traumas físicos.
 
Quando os animais estão doentes, feridos ou machucados, são feitos tratamentos específicos às suas necessidades. Em seguida, são alocados pelas entidades em ambientes propícios.
 
A ação em conjunto entre as instituições têm garantido bem-estar a mais de 50 espécies de animais silvestres.
 
Em 2020, 67 animais silvestres foram repassados pela Semas ao Mangal das Garças, que já possui mais de 240 animais anilhados registrados pela Secretaria.
 
Um dos viveiros do parque é o das Aningas, também conhecido como viveiro das aves, onde habitam parte dos animais que são levados pela Semas. 
 
Museu – Além do Mangal, desde 2020 a Semas já repassou aos cuidados do Museu Emílio Goeldi, 12 animais que também estão registrados por ela. 

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