08/03/2022 às 11h25min - Atualizada em 08/03/2022 às 11h25min

Acnur informa que fluxo de refugiados cresce na Ucrânia

Após a invasão russa o número aumentou para 2 milhões

Com edição do Belem.com.br
Reuters / Agência Brasil
Pelo menos 21 civis, incluindo duas crianças, foram mortos em um ataque aéreo russo nessa segunda-feira (7). (Foto: Stoyan Nenov / Reuters)

 

                                                                         
O número de refugiados da Ucrânia, após a invasão russa, aumentou para 2 milhões, disse nesta terça-feira (8) o chefe do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (Acnur).

"Hoje o fluxo de refugiados da Ucrânia chega a 2 milhões de pessoas", disse Filippo Grandi em publicação no Twitter.


O presidente Volodymyr Zelensky informou que uma criança morreu de desidratação na cidade sitiada de Mariupol, na Ucrânia, que está há dias sem água, energia ou aquecimento em meio à invasão russa. 


"Em 2022, de desidratação", disse Zelenskiy em vídeo, comparando a crise humanitária ligada ao bombardeio russo das cidades ucranianas com a criada pela invasão nazista durante a Segunda Guerra Mundial.


A morte da criança não pôde ser confirmada imediatamente de forma independente. Moscou chama suas ações na Ucrânia de "operação militar especial" para desarmar o vizinho e prender líderes que chama de "neonazistas". Ela nega ter como alvo os civis.


Ataque aéreo


Pelo menos 21 civis, incluindo duas crianças, foram mortos em um ataque aéreo russo em rua residencial na cidade de Sumy, no Nordeste da Ucrânia, nessa segunda-feira, disse hoje o Ministério Público regional em comunicado.


Os corpos foram recuperados hoje cedo pelos serviços de emergência, em buscas que estão em andamento.


A Rússia e os Estados Unidos (EUA) deveriam retornar ao princípio da "coexistência pacífica" como durante a Guerra Fria, disse o Ministério das Relações Exteriores russo, de acordo com a agência de notícias Interfax. 


O ministério acrescentou que está aberto ao diálogo honesto e de respeito mútuo com os EUA e que permanece a esperança de que a normalidade nas relações entre os dois países


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