30/03/2022 às 09h32min - Atualizada em 30/03/2022 às 09h32min

UPA´s de Belém aderem a projeto nacional com foco no atendimento ao público

O objetivo do “Lean” é promover uma nova cultura de serviços

Com edição do Belem.com.br
Agência Belém
As cinco UPAs da capital estão envolvidas na iniciativa. (Foto: Arquivo / Ag. Belém)

                                                                                                                     
O Ministério da Saúde em parceria com a Universidade Federal Fluminense (UFF) deu início às atividades do projeto “Lean” nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs). Para dar início à implantação do projeto em Belém, uma equipe do Ministério da Saúde promoveu um workshop nessa terça-feira (29), para apresentar o projeto.
 As cinco UPAs da capital envolvidas na iniciativa também receberam uma visita técnica.


O objetivo do projeto “Lean” é promover uma nova cultura de atendimento que apoie a melhoria na qualidade e eficiência dos serviços prestados aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) atendidos nas UPAs-24h, por meio de assessorias técnicas em metodologia Lean Healthcare (princípios, métodos e ferramentas de melhoria contínua nos processos e serviços de saúde).


Meta

A ideia é que o projeto possa reduzir a superlotação e o tempo de espera para atendimento nestas unidades, além de aumentar o número de atendimentos de usuários. Esta segunda fase de implantação do projeto acontece de forma presencial. A meta é capacitar as equipes das UPAs 24h e dar assessoria para implementação da metodologia "Lean Healthcare".


A técnica do departamento de atenção hospitalar e de urgência do Ministério da Saúde, Irisléia Aires, explica que a metodologia usa uma abordagem colaborativa e humanizada, para melhorar o fluxo contínuo do processo de acolhimento, focando no que agrega valor e aumentando a qualidade sob a ótica do paciente.


Além disso, propõe implementar o ‘fast track’, ou seja, o fluxo ágil de atendimento, por meio da equipe interna de melhoria contínua, com a intenção de reduzir a superlotação.


“Onde já foi implantando, o sistema demonstrou uma melhoria na agilidade dos serviços nas unidades. Observamos que houve um desafogamento no atendimento, em especial nos momentos de maior pressão nas UPAs. Iniciamos o primeiro ciclo do projeto em 2020 em mais de 50 UPAs. Estamos iniciando agora o segundo ciclo em mais 50 UPAs, sendo que todas as unidades de Belém sendo contempladas”, reforça Irisléia.


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