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16/11/2019 às 06h00min - Atualizada em 16/11/2019 às 06h00min

Bota pra Correr dá largada em Santarém

Um dos objetivos da Olympikus, organizadora do evento, é levar as pessoas para descobrir o Brasil ‘correndo’

Fonte: Assessoria do evento
Santarém recebe meia maratona de selva 'Bota pra Correr' da Olympikus. Foto: Restaurante Praianos.

Começa hoje o ‘Bota pra Correr’, às 7 horas, um projeto desenvolvido pela Olympikus que visa democratizar a corrida no Brasil, promovendo o esporte em circuitos inéditos para criar experiências inesquecíveis para os atletas. O evento, neste sábado (16), fará o lançamento de um novo modelo de tênis, considerado pelos especialistas como o melhor tênis de corrida já fabricado no Brasil.

A primeira prova ocorreu no Jalapão, a segunda foi realizada no Pantanal e a terceira (intitulada Bota pra Correr Alter do Chão) está marcada para hoje e acontece entre os trajetos de Alter e Pindobal.

No site oficial do evento, as belezas naturais do Tapajós que atraem brasileiros e estrangeiros ganharam destaque. Alter do Chão foi lembrada pela praia de água doce considerada a mais bonita do mundo.

De acordo com o diretor geral da prova, Pedro Guimarães, os preparativos estão a todo vapor. A equipe responsável pela montagem do evento já começou a chegar na cidade desde di sábado passado (9). Ele conta que estão sendo realizadas reuniões com as prefeituras de Santarém e Belterra, assim como com os demais órgãos públicos envolvidos como polícia e bombeiros.

“Começamos a montar toda a logística do evento que vai desde o estudo do bloqueio da estrada e das vias públicas durante a prova pra garantir a segurança dos corredores, até o alinhamento de nossa parceria com a Prefeitura de Santarém dando apoio com suas secretarias de Saúde, Meio Ambiente e Turismo, junto com a nossa equipe de socorristas de área remota”, explicou Guimarães.

No evento será lançado um modelo novo de tênis, considerado pelos especialistas como o melhor tênis de corrida já fabricado no Brasil. Cada corredor inscrito receberá um exemplar. Para esta etapa foram disponibilizadas 400 inscrições divididas entre os participantes que correm no circuito de 10 km e os corredores que vão enfrentar o percurso de 21 km. De acordo com Pedro Guimarães, todas foram esgotadas ainda no mês de setembro logo após a etapa realizada no Pantanal.

O diretor geral da prova conta que a organização do evento recebeu emails pedindo que novas inscrições fossem abertas, mas o projeto é de natureza sustentável e a equipe se preocupa com os impactos ambientais que o evento poderia gerar no local, por isso limita a quantidade de vagas. “A gente tem uma preocupação desde o lixo que a gente gera no local, a questão da quantidade de pessoas que vão passar pelo percurso já que praticamente todo percurso é na natureza (...). Fora isso toda a parte de produção efetiva, quantidade de lona, roupa que a gente produz pra corrida que é uma preocupação da marca e de todo o projeto.”

Para impedir impactos ambientais não serão distribuídos copos descartáveis aos participantes durante a corrida. No kit que receberão antes da prova, haverá um copo retrátil de silicone que poderá ser abastecido nos postos de hidratação montados ao longo do percurso.

A largada e chegada acontecem na ponta do lago Jucuruí, onde foi construída uma arena olímpica inflável para atender os atletas. O evento costuma durar de 4 a 6 horas e reúne participantes de várias regiões do Brasil que correm por um percurso inédito e paradisíaco. Para Pedro Guimarães, a principal surpresa da prova é o local. Os participantes vão poder contemplar paisagens variadas de rios e floresta amazônica.


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