14/04/2023 às 09h16min - Atualizada em 14/04/2023 às 09h16min

Saúde pet: como manter o animal saudável e protegido de doenças

Vacinar o animal é essencial para manter a saúde do pet

Com edição da Redação Belem.com.br
Petz
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A prevenção de um problema sempre é uma alternativa melhor do que lidar com as consequências, principalmente quando falamos em saúde pet. Enquanto tutores, felizmente, contamos com cada vez mais opções para prevenção de diversos problemas de saúde.


Conhecer seus cuidados é um grande passo para garantir o bem-estar animal. Por isso, é sempre importante relembrar as melhores medidas preventivas de doenças e demais complicações que afetam os bichinhos.


É essencial que a vacinação esteja sempre em dia


Essa é a maneira mais segura de evitar epidemias e contribuir para a qualidade de vida dos pets. Além disso, a carteira de vacinação de animais em dia é critério básico para que o pet possa frequentar espaços públicos, viajar e se hospedar em hotéis.


Vacinação em cachorros

Se tem dúvidas quanto à saúde pet e como funciona o calendário para a vacinação de cachorro, confira a idade certa e as doses recomendadas. Assim, você garante não só a vitalidade do amigo peludo, como também o bem-estar de outros animais:


Cães filhotes: iniciamos a vacinação entre 6-8 semanas de idade e reaplicação a cada 2-4 semanas, até atingir 16 semanas ou mais. O cãozinho deve receber mais uma aplicação, garantindo que não tenha interferência de anticorpos maternos, entre 6 meses a 1 ano de vida;

Vacina polivalente: são apenas V8 e V10 (V8, V10, V11 e V12 – v11 e v 12 não);

Vacinação de giárdia não é mais recomendada.

No caso dos cães adultos sem histórico vacinal, eles deverão tomar: duas doses de múltipla com intervalo de 2-4 semanas, uma dose de gripe intranasal ou duas subcutâneas com intervalo de 2-4 semanas.


A vacina polivalente para cachorro pode ser encontrada com os nomes de V8, V10, V11 e V12. Todas combatem as doenças adenovirose, cinomose, hepatite infecciosa canina, leptospirose, parainfluenza canina e parvovirose. 


A diferença entre elas está na presença de outros sorovares para a bactéria leptospira, fazendo com que, por exemplo, a V12 tenha quatro agentes de lepitospira a mais que a V8. É importante destacar que a V12 não necessariamente é melhor que a V8. 


Acontece que algumas regiões do país possuem propensão maior ou menor a determinados tipos de bactéria. Dessa forma, se você estiver em uma região cuja vacina V8 seja suficiente, não há necessidade de investir em uma opção mais completa. 


Filhotes que tenham histórico favorável (adotados, sem vacinação, semi-domiciliados, vive em grupo maior de 3 gatos) devem receber vacina contra Felv. (Tal vacinação necessita apenas de 2 doses, portanto basta substituir as duas últimas doses do protocolo pela quíntupla).


Vacinação em gatos


Já o calendário para vacinação de gatos não funciona da mesma maneira que o de cães. Portanto, confira a idade certa e as doses necessárias para proteger a saúde pet do amigo peludo.


Gatos filhotes: iniciamos a vacinação entre 6-8 semanas de idade e reaplicação a cada 2-4 semanas, até atingir 16 semanas ou mais. O filhote deve receber mais uma aplicação, garantindo que não tenha interferência de anticorpos maternos, entre 6 meses a 1 ano de vida.,

Já a vacina contra a raiva deve ser aplicada a partir da 12ª semana de vida do pet e reaplicada anualmente.

A vacina polivalente para felinos é conhecida como tríplice, ou V3, e previne o animal da panleucopenia, calicivirose e rinotraqueíte. Há, também, a vacina quádrupla (ou V4), que inclui a clamidiose, e a quíntupla (ou V5), que inclui a leucemia felina.


Gatos filhotes maiores de 16 semanas e menores de 6 meses, deverão receber 2 doses de vacina múltipla com intervalo de 2-4 semanas. O gatinho deverá receber mais uma aplicação, garantindo que não haja interferência de anticorpos maternos, entre 6 meses a 1 ano de vida.


Siga o calendário de vacinação


Não é efetivo vacinar o animal depois que ele já contraiu determinada doença. Por esse motivo, é importante obedecer o calendário e impedir que o pet, enquanto não estiver vacinado, tenha contato com outros animais e faça passeios fora de casa.


Adotei um pet adulto, e agora?


Caso não haja registro de vacinação no seu pet recém-adotado, é recomendado visitar um veterinário para que o médico recomende quais os procedimentos corretos com as vacinas. Após a autorização, não há problemas em iniciar o ciclo de imunização, mesmo que ele seja mais velho do que a idade recomendada.



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