16/03/2022 às 14h54min - Atualizada em 16/03/2022 às 14h54min

Professores da Rede Municipal de Ananindeua entram em greve a partir de hoje (16)

A paralização ocorre por conta do reajuste salarial da categoria

Redação Belem.com.br
A greve ocorre a partir de hoje (160. (Foto: Divulgação)

                                                                         
Os professores da rede municipal de ensino de Ananindeua, Região Metropolitana de Belém (RMB), entraram em greve nesta quarta-feira (16). A Prefeitura de Ananindeua informou que está em negociação com o Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Estado do Pará (Sintepp) para atender as demandas dos educadores. O principal pedido é com relação ao reajuste salarial.


Segundo o Sintepp, houve uma reunião no último dia 9, durante a qual foram apresentadas para o poder público municipal condições e explicações de estado de greve da categoria. Ocorreram negociações após a reunião, mas nada foi definido. Por conta disso, o Sintepp começou a greve a partir de hoje (16). 

“A prefeitura lançou uma proposta de reunião para o dia 22 de março, mas a gente solicitou que fosse feita antes, no dia 15, mas eles não aceitaram. Esperamos que nos atendam dia 16”, explicou o sindicato.


Ainda de acordo com o Sintepp, todos os níveis da educação estão envolvidos na mobilização, desde professores da educação infantil até de Jovens e Adultos (EJA). A categoria traçou um plano para não prejudicar os estudantes.

Na manhã desta quarta-feira (16), em nota, a Prefeitura de Ananindeua se posicionou sobre a greve. A Secretaria Municipal de Educação (Semed) recebeu, na última sexta-feira (11), de forma on-line, o documento de estado de greve dos professores.

A nota da PMA diz:

“A Secretaria de Educação esclarece que para os não docentes, o valor do reajuste é 10,5%. A mesa de negociação continua aberta, com a próxima reunião hoje, 16 de março. A Semed desconhece o motivo para a paralisação, pois está em negociação com a categoria e enfatiza que os principais prejudicados serão os alunos, que já vem de um afastamento da sala de aula por conta da pandemia da covid-19. A ainda acredita que o diálogo será a melhor ferramenta para o fim do impasse”.

 


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